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Gestão de tempo, o grande desafio dos tempos modernos

Data
16 de Fevereiro de 2012
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Gestão
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A globalização é caracterizada por um mundo em transformação, composto por mudanças rápidas e de várias naturezas, com novidades cotidianas, o que exige uma readequação e adaptação contínua do ser humano, principalmente dentro do mundo organizacional, exigindo cada vez mais das pessoas para dar conta da competitividade.

Sabemos que o tempo é limitado. Independente do que aconteça no mundo globalizado e da rapidez das mudanças, o dia continuará composto por 24 horas. Daí a importância de revisitar a forma como vivenciamos e administramos as mudanças e a diversidade de atividades em nosso dia a dia o que requer uma melhor gestão do tempo. Se tudo muda, precisamos mudar a forma como nos posicionamos. Precisamos fazer diferente, já que a cada dia temos algo diferente para enfrentar.
Um dos maiores sugadores de nosso tempo é a falta de um planejamento adequado ao cenário no qual estamos inseridos e, consequentemente, a falta de delegação. Saber planejar e delegar é uma das competências essenciais para o profissional do século XXI. Diante de tanta informação, inovação e novidades, precisamos desenvolver a capacidade analítica, expandir o nosso campo de percepção dos fatos e seus impactos em nossa vida e nos inúmeros acontecimentos do dia a dia.

Já que tudo muda numa velocidade cada vez mais desconhecida, um dos caminhos para diminuir esse impacto é planejar o que precisamos fazer, definir como será feito, quando deverá acontecer e por quanto tempo precisa acontecer. Ou seja, qual a prioridade que deve acontecer, o que torna imprescindível sabermos diferenciar o que é importante do que é urgente.

Podemos associar o importante a coisas que precisamos fazer e que têm prazo determinado. Ao saber o prazo que precisa ser atendido, possibilita planejar a atividade para atingir o resultado esperado. Quando falamos que é urgente, significa que ultrapassou o importante, o prazo está restrito ou já expirou. Nesse caso, a atividade/ação realmente precisa ser concluída, associa-se diretamente a um estresse para cumprir algo imediatamente.

Como podemos evitar o estresse do urgente e atender ao que é importante, já que sabemos que o tempo é algo limitado e difícil de controlar e que diariamente percebemos que temos pouco tempo? Algumas sugestões e/ou ações são conhecidas, mas em função da dificuldade de gerenciar o tempo e tudo o que envolve esse tipo de gestão, temos dificuldade para praticá-las, por isto arrisco aqui a retomar sugestões que, se colocarmos em prática, com certeza resultarão em uma gestão do tempo mais adequada ao contexto no qual estamos inseridos.

Autoconhecimento: É importante conhecer como damos sentido às nossas realizações, quais são nossas habilidades e dificuldades. O processo de autoconhecimento é um caminho positivo para o planejamento do tempo. Se a atividade faz sentido para você, com certeza irá desempenhá-la melhor e mais rápido. Desta forma, poderá dedicar mais tempo para aquelas que precisam ser feitas, mas que não são as que temos maior habilidade para fazer.

Conhecimento do contexto externo: é importante conhecer o dinamismo e em que velocidade as coisas acontecem no contexto no qual estamos inseridos para adequar o prazo às atividades, bem como organizar a nossa agenda e deixar alguns espaços livres para imprevistos cotidianos;

Conhecer e aprender com o que não deu certo: mapear os possíveis erros do acontecimento, por meio de questionamentos: o que ocasionou a falta de tempo? Quais caminhos poder ser utilizados? Quem são as pessoas que podiam ter apoiado e não foram envolvidas? Como fazer diferente da próxima vez?

Uma gestão do tempo adequada requer mudança de hábitos e atitudes, ou seja, fazer de forma diferente. Por isso a importância de uma revisão contínua em tudo o que se tem realizado. É imprescindível redefinir os objetivos e a forma de planejá-los, reavaliar as tarefas e o tempo dedicado a elas, bem como reformular os planejamentos adotados – hábitos que devem ser cotidianos.

Essas são algumas sugestões de ações simples de serem adotadas que possibilitarão uma gestão do tempo adequada ao cotidiano, seja no mundo organizacional ou fora dele, para maior planejamento, controle e delegação, maior produtividade e, consequentemente, mais tempo livre. A qualidade de vida depende muito de um bom planejamento e controle do tempo, com foco na priorização de atividades e realizações importantes, para termos uma vida mais saudável e menos estressante!

Edna Rodrigues Bedani

A gestão empresarial através da prática dos cinco sentidos gerenciais

Data
10 de Fevereiro de 2012
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Categoria
Gestão
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Sabemos que suas propostas variam desde modelos de gestões com ênfase em qualidade e produtividade industrial com enxugamentos e melhorias de processos até a modelos de gestão que contemplam estratégias de guerra nas áreas de marketing, finanças e outras, passando por gerenciamento de indicadores formulados com apoio de modelagem de negócios.

Há quem diga que a melhor de todas as metodologias é aquela que dá certo, o que nos leva a concluir que o que dá certo numa Organização pode não dar certo noutra, já que cada Organização é possuidora de uma personalidade única, indivisível que molda e embasa a sua cultura interna e o seu jeito de ser.

Não há, repito, absolutamente não há duas Organizações iguais. Há sim muitas Organizações parecidas umas com as outras, similares, semelhantes, que utilizam a mesma tecnologia, produzem o mesmo tipo de produto e executam os mesmos tipos de processos, a ponto de você estar numa e pensar que está em outra. O que é que as diferencia? O que é que as torna únicas?

A resposta é uma só: São as pessoas que nelas trabalham. São as pessoas que dão vida às Organizações e moldam as suas culturas organizacionais que formam as bases dos relacionamentos, da ética, dos princípios e dos valores que pautam suas decisões e ações, tanto as voltadas para o público interno, como aquelas direcionadas para o público externo.
Vale lembrar, entretanto, que há algo que todas possuem por igual, mas que cada uma utiliza segundo seu livre arbítrio: São os cinco sentidos gerenciais.

Analogamente aos seres humanos, que possuem cinco sentidos que propiciam o seu relacionamento com o meio-ambiente e com demais seres e sua compreensão, os sentidos gerenciais também servem para propiciar o relacionamento da empresa com o seu meio-ambiente e sua compreensão.

Nos seres humanos os cinco sentidos são: olfato, paladar, tato, visão e audição. No caso das Organizações, referimo-nos aos sentidos de: percepção, decisão, mudança, reconhecimento e comunicação, que estão democraticamente disponíveis e a serviço de todas as Organizações, mas, que somente as vencedoras os utilizam plenamente e extraem de suas práticas os melhores e mais eficazes resultados.

Comecemos pelo sentido da percepção das movimentações e as mutações que ocorrem continuamente no ambiente externo que geram oportunidades e ameaças para a Organização e  quais os novos padrões, modelos, estilos e tendências de comportamento que estão sendo adotados pelos seus clientes e também pelos seus concorrentes e rapidamente tomar decisões que a levem a aproveitar as oportunidades para ampliar seu negócio, ocupar espaços, conquistar novos clientes e, igualmente, a decisões que possam mitigar as consequências das ameaças caso se concretizem.

Em seguida temos o sentido de decisão, um sentido tão importante que quando ausente torna a Organização um ser estagnado, paralisado, fechada em si mesmo, um verdadeiro barco sem rumo que vive ao sabor dos ventos e como nós já aprendemos com Sêneca, “Não há vento favorável para o barco que não sabe para qual porto se dirigir”. Numa Organização sem sentido de decisão seu melhor decisor é o tempo. Organização com sentido de decisão é flexível, ágil, decide eficazmente com base em fatos, indicadores e objetivos a serem atingidos. Seu sentido de decisão a torna uma Organização dinâmica e obsessiva por resultados.

Muito importante também é o sentido de mudança presente numa Organização que entende que a dinâmica da mudança é a mola mestra da competitividade no atual momento da economia, nacional e internacional, em que as rápidas adaptações ao meio-ambiente e as mudanças de rumo são vitais para a manutenção de uma posição de mercado duramente conquistada e, até mesmo, para se conquistar novas posições. Visão de futuro, revisões de políticas, ajustes no organograma, reavaliações quadro de pessoal, melhorias nos processos internos, mudanças nos modelos de negócios, revisões dos objetivos e metas estratégicas e das estratégias eleitas para seu atingimento são ferramentas do atual “estado-da-arte” do modelo de gestão de uma Organização que pratica o sentido de mudança em toda sua plenitudade.

O sentido de reconhecimento é aquele sentido que se traduz na valorização do quadro de colaboradores que transformam em realidade os planos de ação da Organização executando os diversos processos internos visando a consecução das metas previamente definidas. Reconhecer é, não só valorizar e premiar o esforço coletivo pelas metas atingidas, como também, no âmbito individual, é avaliar e valorizar desempenhos com base na meritocracia e praticar continuamente o feedback construtivo. Numa organização em que o sentido de reconhecimento está presente, observa-se uma maior capacidade de atrair e reter talentos.

Por fim, mas não menos importante, temos o sentido da comunicação que traduzimos como sendo a prática da troca de informações, o exercício do diálogo democrático e contínuo entre a Organização e seus colaboradores, mediante a utilização dos diferentes canais de comunicação corporativa existentes, de forma que ambas as partes mantenham permanentemente alinhados os seus objetivos, individuais, por parte dos colaboradores e corporativos, por parte da Organização.

Com base nestas nossas breves colocações, sugerimos que o (a) caro (a) leitor (a) faça um diagnóstico rápido em sua Organização e verifique qual destes cinco sentidos não está sendo plenamente exercitado: O sentido da percepção? O sentido da decisão? O sentido da mudança? O sentido do reconhecimento? O sentido da comunicação?

Percebida a ausência total ou parcial de algum destes sentidos, tome a decisão de mudar, planeje e execute a mudança, reconheça o esforço dos colaboradores para mudar e utilize os canais de comunicação para construir as pontes de relacionamento com seu mais precioso recurso: as pessoas que trabalham em sua Organização.

Sérgio Lopes

Construindo uma gestão bem-sucedida

Data
2 de Fevereiro de 2012
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Categoria
Gestão
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Obter sucesso na gestão de um negócio é, de fato, um grande desafio. Este desafio exige que os gestores estejam sempre muito bem preparados e disponham de expertises pessoais e habilidades interpessoais, o que redunda em trabalho em equipe e adequadas práticas de orientação. Ao final, bons gestores ou boas equipes gestoras contam com características individuais e coletivas complementares, que ajudam decisivamente no sucesso da administração empresarial, tais como criatividade, inovação, boa formação (técnica e conceitual), atualização e acesso a informações, disposição à comunicação, organização e trabalho coordenado, capacidade de antecipação e de planejamento, espírito empreendedor, atitude e esforço em prol do negócio.

Em outras palavras, todo negócio deve garantir transparência à circulação das informações e dispor de um staff capacitado, possuidor de habilidades específicas e complementares.

Conheça profundamente o seu segmento

Seja no momento de constituir um novo negócio, ou na condução de um empreendimento, é essencial contar com profundo conhecimento sobre o mesmo, para que seja possível formular um apropriado posicionamento estratégico. É preciso elaborar análises profundas do corebusiness e envidar esforços e recursos na atividade-fim; conhecer as necessidades e até se antecipar às expectativas do cliente-alvo; estudar o entorno do negócio para detectar fatores críticos de sucesso para o empreendimento; e apurar oportunidades e ameaças que o envolvem.

De posse dessas importantes informações, passa-se à fase da análise estratégica, a partir do levantamento de tendências e da formulação de cenários, definição de ferramentas adequadas à gestão e organização da empresa. Tais referências permitem construir uma base adequada para o planejamento estratégico, que será referência às tomadas de decisão e ao desenvolvimento dos projetos do empreendimento, de acordo com as necessidades e complexidades de cada organização.

Tendo em mãos o negócio estabelecido, é essencial acompanhar e gerenciar adequadamente aspectos cruciais ao seu sucesso, tais como a gestão de pessoas e competências (sempre com o intuito de valorizar e respeitar os colaboradores e profissionais) e a política de marketinge relacionamento com todos os públicos da empresa (fornecedores, colaboradores, agentes intermediários e, especialmente, os clientes).

É preciso ter sempre em mente que a empresa não é uma ilha voltada para a satisfação de suas próprias necessidades específicas. Todo empreendimento está inserido em um universo de relacionamentos e interdependências que a cada dia é ampliado, especialmente com a globalização econômica e social. Assim, riscos e oportunidades, além da ação responsável, devem ser sempre percebidos, avaliados e ponderados com atenção para servirem como ferramentas de valorização e efetivação de políticas administrativas que contribuam para que os resultados esperados sejam atingidos.

Vale destacar que a prática da responsabilidade socioambiental não é apenas um diferencial competitivo ou uma ferramenta de marketing, mas, sim, um fator exigido das empresas e entendido pelo consumidor e pela sociedade como obrigatório nos dias atuais.

Identificando e mantendo o foco

Os gestores que se diferenciam preconizam atualmente: “As empresas devem ter foco no foco do cliente”. Isto é, devem desenvolver uma participação ativa nos cenários empresarial, social, econômico e tributário, que extrapole as necessidades pontuais por produtos ou serviços da clientela e aborde suas expectativas mais amplas na cadeia. Assim, seu relacionamento deve ser focado no entendimento dos negócios, dos relacionamentos e das necessidades dos clientes a partir de uma ação continuada.

Gerir uma empresa é, portanto, compreender não só a essência do negócio, em si, mas perceber e processar movimentos, atitudes e tendências que envolvem toda a sociedade, representada por pessoas, mercados, instituições, profissionais, gestores, clientes e pelas mais variadas culturas que tornam os empreendimentos entidades tão especiais e dinâmicas.

Fonte: Empreendedor

Como vencer seu concorrente sem reduzir os preços

Data
26 de Janeiro de 2012
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Gestão
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Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc. Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário seguir três regras básicas.

1. Transforme seu público-alvo no seu melhor amigo.
Para competir em valor, o primeiro passo é saber tudo sobre o seu público-alvo. Trate-o como seu fosse um amigo querido, sobre quem você quer ter todas as informações possíveis. Algumas perguntas podem ser úteis nesse processo. Para começar, quem é o seu público-alvo? Como ele vai usar seu produto ou serviço? Como ele decide o que comprar? O que pensa dos seus concorrentes? É fundamental responder essas questões, recorrendo a artigos, pesquisas, posts em redes sociais, relatórios, palestras, conversas com consultores etc. E depois analisar em detalhes todo esse material.

2. Crie uma proposta de valor que traga benefícios para o cliente, e faça dela a sua missão.
Não se trata de colocar uma placa na parede, com metas vagas e genéricas. A proposta de valor deve ser algo muito específico, que cole no seu produto e traga benefícios concretos para os clientes. Todos na sua organização devem conhecer a proposta de valor e se guiar por ela. A proposta precisa ser comunicada de maneira consistente em tudo que sua companhia faz, desde o material de marketing até a publicidade, passando pela fala de seus executivos. Só assim você construirá uma marca forte – e vendável.

3. Entregue o que prometeu, custe o que custar.
Cheque com os consumidores se a promessa está sendo cumprida. A sua proposta de valor trouxe benefícios para os consumidores? É algo palpável, com o que eles conseguem se identificar? O valor criado pela marca faz com que os clientes se vejam nela? Em outras palavras: eles estão recebendo o que você prometeu? Se a resposta para alguma dessas perguntas for NÃO, corra atrás do prejuízo, corrigindo as falhas e cuidando da satisfação do cliente. Dessa maneira, ele nem vai lembrar que existem concorrentes…

Marisa Adán Gil

Senso de Urgência

Data
23 de Janeiro de 2012
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Categoria
Gestão
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Empreendedor, coloque isto em sua cabeça:  TUDO É PARA ONTEM!

Cada vez mais me convenço que uma característica fundamental de um empreendedor é o senso de urgência.  Sem esta percepção da urgência, corre-se o risco de cair na inércia, de ser batido pela concorrência, de sofrer com a paralisia da análise.

O que é senso de urgência?  Bom, vamos começar pelo que NÃO é:

  • Não é partir para o desespero.
  • Não é pular etapas do planejamento.
  • Não é ficar estressado com qualquer problema que mude seus planos.
  • Não é achar que o sucesso virá do nada, de um dia para outro.
  • Não é deixar de pensar cuidadosamente em cada decisão a ser tomada.

Então, do que se trata exatamente o senso de urgência?

  • Trata-se de colocar idéias em prática, mesmo que ainda não estejam detalhadas ao extremo.
  • Trata-see correr riscos calculados.
  • Trata-se de reconhecer a necessidade de alguns sacrifícios pessoais para desenvolver seu negócio.
  • Trata-se de compreender que um erro é apenas uma etapa mais do aprendizado que deve ser corrigida imediatamente.
  • Trata-se de não deixar que o desânimo ocupe um de seus maiores ativos: o tempo.

Se você acredita que ainda não desenvolveu seu senso de urgência, fique tranquilo.  Isto é mais fácil do que parece.  Trata-se apenas de responder a uma única pergunta, e tomar uma única ação:

  • A PERGUNTA: O que posso fazer neste exato instante que me leva um pouco mais perto de meus objetivos de negócios?
  • A AÇÃO: A que responde à pergunta acima, desde que seja imediata.

Em cada momento em que você se sentir um pouco perdido, sem ritmo ou desanimado, se faça esta pergunta e tome instantaneamente a ação correspondente.

A ação pode ser mínima, mas deve ser concreta.   Pode ser pegar um papel e desenhar um rascunho do organograma de sua empresa.  Pode ser pesquisar um concorrente na internet. Pode ser um telefonema para um contato profissional ou um potencial cliente.

Desenvolva seu senso de urgência, e você notará como o sucesso acontecerá com maior velocidade, e como você se sentirá melhor em relação a seu desempenho como empreendedor.

Luiz de Paiva

Uma palavra mágica em gestão empresarial: Foco

Data
19 de Janeiro de 2012
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Categoria
Gestão
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Nas constantes visitas às empresas ouvimos sempre dos dirigentes que os custos de seus produtos estão muito altos e que as margens de contribuição estão aquém do esperado.

É importante observar que a margem de contribuição é resultado da diferença obtida entre o valor faturado, líquido de impostos, e o custo dos produtos. Com isso pode-se questionar também se são os custos que estão altos ou os preços é estão muito baixos.

Uma análise do problema nos aponta alguns fatores que penalizam os resultados da empresa:

  • Custos fixos extremamente altos;
  • Baixa utilização da capacidade produtiva, elevando em demasia o custo final dos produtos;
  • Concentração das vendas em canais extremamente concorridos, onde não existem margens de negociação;
  • Produtos de excelente qualidade, sem diferencial reconhecido pelo consumidor, concorrendo com produtos de baixa qualidade;
  • Baixo volume de vendas por falha de distribuição dos produtos;
  • Baixo volume de vendas devido à falta de motivação da equipe de vendas;
  • Falta de informação de mercado para geração de novos negócios.
  • Estes itens levam a um círculo vicioso, inevitavelmente:
  • Vendas baixas — custos dos produtos altos —- preços não competitivos —- vendas baixas

As empresas normalmente trabalham para enfrentar a concorrência, quando deveriam primeiro trabalhar para superar suas ineficiências. É importante observar que, muitas vezes, não é o concorrente que nos impede de aumentar nosso volume de vendas e sim nossas ineficiências.

O concorrente não determina nossos custos, somos nós que os geramos, muitas vezes sem controle. Não é o concorrente que nos impede de representar algo mais na mente do consumidor, obtendo maior retorno, com preços melhores, nós é que não estamos sendo eficientes na comunicação. Conseguir informações, processá-las e gerar ação é fundamental para qualquer empreendimento.

Uma regra de ouro em administração é: “Ter um modelo de informações e gestão que gere ação”. Sem isso, os esforços das equipes acabam não sendo canalizados de forma adequada para gerar os resultados necessários.

Para quebrar o ciclo vicioso das baixas vendas, alguns pontos devem ser discutidos e atacados em seus aspectos básicos:

  • Manter uma estrutura operacional flexível, minimizando os custos fixos;
  • Apresentar ao mercado produtos com diferenciais reconhecidos pelos consumidores que possam gerar margens de contribuição maiores;
  • Ser agressivo nos canais de distribuição onde os produtos apresentem vantagens competitivas;
  • Definir claramente a política comercial em relação às commodities, produtos com preços baixos e altos volumes, e os diferenciados, onde os preços serão mais altos apresentando melhores margens de contribuição;
  • Foco nos produtos, nos canais de distribuição e na estrutura operacional da empresa é fundamental para que se possa alcançar o sucesso.

Há muitos exemplos de empresas pequenas que alcançam o sucesso rapidamente, enquanto empresas centenárias desaparecem.

Uma observação cuidadosa nos mostra que as primeiras tinham foco. Agiam com extrema motivação e de forma descomplicada. As segundas perderam a motivação. Por falta de foco, perderam de vista os aspectos básicos da administração.

A ausência de foco gera confusão, que inevitavelmente leva à desmotivação e às ineficiências. Para a empresa que não sabe para onde ir, qualquer caminho é bom, o que pode significar problemas graves de gestão.

Lembre-se sempre da palavra mágica em gestão empresarial: Foco.

Ivan Postigo

Soluções de gestão: fatores que influenciam o sucesso da implantação

Data
16 de Janeiro de 2012
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Categoria
ERP, Gestão
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Na grande maioria dos casos, a implantação de um sistema integrado de gestão empresarial, ou ERP, costuma ser um grande desafio para as empresas. Seu sucesso depende diretamente da dedicação, organização, e envolvimento dos usuários e gestores, da aderência do sistema aos requisitos do cliente e também da metodologia utilizada pelo fornecedor da solução, em todo o processo. Sem a união desses fatores, mesmo projetos simples podem se complicar e não ter data para acabar.

Mas, sob a ótica do cliente, qual a expectativa para considerar um sistema implantado?

Do ponto de vista do usuário, o sistema está implantado quando a equipe da empresa já está fazendo uso dele nas operações e processos desejados. Por exemplo, está faturando pelo sistema, pagando, recebendo, extraindo informações gerenciais, etc.

Para chegar a este ponto, algumas etapas precisam estar concluídas: o escopo deve estar bem definido, ou seja, os processos e as funcionalidades a serem atendidas devem estar claros; o sistema deve ser instalado (ou disponibilizado o acesso em caso de Data Center – SaaS),  parametrizado e configurado de acordo com as particularidades e necessidades dos processos; os cadastros como os de clientes, fornecedores, produtos, regras fiscais, alíquotas, precificação, custos, etc., devem estar prontos; os usuários devem ser treinados e fazer uso do sistema lançando as movimentações.

Existem metodologias para direcionar e monitorar este processo de implantação, que são bastante úteis, pois, desmembram e detalham cada etapa necessária. Elas são fundamentais para gerenciar o processo e para construir uma implantação de sucesso.

A implantação de um ERP é um trabalho feito a “quatro mãos”, ou seja, envolve compromissos e responsabilidades tanto do fornecedor, quanto do cliente. Podemos comparar esta situação com a de um curso superior: uma faculdade tem o dever de prover bons professores, materiais, salas, recursos didáticos e metodologia de ensino, enquanto o aluno tem que freqüentar as aulas, estudar, aprender e colocar o conhecimento em prática.

Podemos fazer a melhor faculdade do País, mas os resultados vão variar de pessoa a pessoa em função da participação do aluno no processo, e de vários outros fatores, como maturidade, competência, aptidão, empenho, etc. Da mesma forma, a implantação de um ERP deverá ter resultados diferentes em cada empresa.

Isso acontece pelo fato de a implantação de um ERP ser uma ação estratégica para o negócio. Podemos perceber a diferença mais claramente quando terceirizamos outro tipo de serviço como, por exemplo, o de limpeza. A responsabilidade do contratante pode ser simplesmente a de pagar e de dar o acesso às suas instalações ao fornecedor, enquanto este terá que assegurar o local limpo.

Devemos ter consciência de que o ERP é um meio para melhorar a gestão da empresa. Ele, por si só, não é suficiente, é necessário também revisar os processos com base nas melhores práticas do mercado, aplicar efetivamente os conceitos da administração para que a evolução e o sucesso sejam continuamente atingidos.

Cientes disso, uma vez que a escolha do ERP tenha sido criteriosa, atendendo o escopo, necessidades e realidades da empresa, associado a um fornecedor que agregue os serviços necessários e a equipe do cliente assuma as responsabilidades que lhe compete para realizar as transformações necessárias dentro da empresa, então certamente teremos deste conjunto uma solução de gestão.

 Fábio Túlio

Fatores positivos de uma gestão descentralizada

Data
13 de Janeiro de 2012
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Categoria
Gestão
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A centralização de poder e decisão não deveria mais fazer parte da administração de uma empresa no século XXI, visto que dificulta muito o andamento dos trabalhos e o alcance de um bom crescimento do mercado e dos concorrentes. Porém, ainda há organizações, ou melhor, líderes que não depositam total confiança em sua equipe e centralizam as decisões, fator que torna os funcionários totalmente dependentes de suas ações.

Além destes fatores diretos, os conflitos entre os funcionários são frequentes, pois acabam por competir entre si para ver quem mostrará mais eficiência ao conseguir uma decisão positiva do “chefe”. Sendo assim, a competição interna, que deveria ser positiva, acaba por trazer discórdia e indiferença no ambiente de trabalho; fato que interfere, quase que diretamente, na produtividade do individuo. O que, indiretamente, acaba provocando a rotatividade dos recursos humanos na empresa, antes mesmo de poderem apresentar seu trabalho.

 

                                                                          Não faça isso com as decisões de sua empresa!

A gestão centralizadora interfere em quase todos os departamentos, limitando a autonomia do colaborador e, por fim, atrapalha o andamento das atividades no momento em que um setor depende do outro. A crítica que proponho é com a intenção de rever conceitos e observar de fora os acontecimentos negativos que ocorrem dentro e fora da organização, desde a satisfação do cliente até a motivação do funcionário.

Diante deste breve contexto, quais os fatores positivos que podemos perceber em uma gestão e liderança descentralizadoras?

  • Rapidez na finalização das tarefas;
  • Trabalho em equipe;
  • Competição em favor da empresa;
  • Clientes mais satisfeitos;
  • Poder de barganha com os fornecedores;
  • Menor rotatividade;
  • Motivação entre os membros da equipe;
  • Resultados financeiros positivos;
  • Marketing boca a boca em favor da marca;
  • A presença de uma liderança democrática.

É fácil perceber o alcance do sucesso diante desses fatores, todavia se a gestão não rever conceitos e procedimentos operacionais padronizados, a tendência da marca vir a falecer é cada vez mais iminente. Os colaboradores agradecem e “vestem a camisa” quando a liderança confia e delega tarefas e, também, as decisões.

E você, já trabalhou com líderes centralizadores? Quais foram as impressões, positivas ou negativas? E com líderes descentralizadores? Vamos discutir o tema, comente!

 Lívia Brito

O CRM e as pequenas empresas

Data
11 de Janeiro de 2012
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Categoria
Gestão
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As pequenas empresas, em sua maioria, buscam implementar ferramentas e processos comuns às grandes empresas, mas existe uma ferramenta em que ocorre justamente o contrário, onde as grandes empresas buscam sempre copiar as pequenas, esta ferramenta é o CRM.

O CRM, do inglês Customer Relationship Management (Gerenciamento da relação com o cliente), é uma ferramenta que possibilita à empresa desenvolver processos que visam potencializar o nível de resultado junto ao cliente. Isto é possível graças à possibilidade de armazenar informações relevantes dos clientes e, assim, desenvolver práticas para melhor atender suas necessidades.

Este processo ocorre naturalmente nas pequenas empresas, onde boa parte delas conhece seus clientes pelo nome, algo que as grandes empresas pagariam uma fortuna para conseguir. Estas empresas conseguem, também, levar o relacionamento para um nível mais pessoal de relacionamento com o cliente. Por exemplo, em uma das minhas empresas, as atendentes sabem exatamente quais produtos alguns clientes levam diariamente, assim já os deixa separados para a compra, nunca tendo ruptura na venda.

Assim, para programar o CRM em uma pequena empresa, não é necessário investimentos astronômicos, como fazem as grandes empresas, é importante apenas cuidar para que os princípios básicos se tornem presentes no processo. Abaixo, vou citar alguns importantes:

Desenvolver ferramentas para poder conhecer seus clientes: Apesar do fato de saber o nome dos clientes ser algo que cause ótima impressão a eles, é preciso ir um pouco além. Tente catalogar características próprias deles, quais moram sozinhos, quais possuem família, quais trabalham fora etc. Quanto maior o nível de detalhamento, maior a possibilidade de sucesso na implementação de um bom CRM, e acredite, estas informações são geralmente fáceis de conseguir se sua empresa está em uma comunidade menor.

Ter uma boa comunicação: Tente conversar o máximo possível com seus clientes, algo que a pequena empresa pode fazer com excelência, uma vez que ela consegue ser mais informal que as empresas maiores. Assim, você conseguirá boas informações, não apenas sobre o cliente, mas também sobre melhorias nos serviços e produtos, além de idéias novas para estes.

Diferenciar seus clientes: Seus recursos não são ilimitados, então quanto maior for sua capacidade de diferenciar e segmentar seus clientes em grupos de interesse comum, maior vai ser sua capacidade de criar produtos que satisfaçam os desejos destes.

Entregar uma experiência de compra personalizada: Todos gostam de se sentir único e especial. Se o empreendedor souber utilizar de forma inteligente todas as informações sobre seus clientes, terá maior chance de entregar esta experiência para eles. Aí é so esperar o boca a boca dar resultado, afinal, gostamos de comunicar às outras pessoas quando somos bem atendidos e satisfeitos em nossas necessidades, não é?

Então agora é com vocês! É possível para qualquer empresa ter um bom CRM, basta levar seu entendimento e interação com o cliente para um novo nível. Mas e vocês o que fazem para criar uma boa ferramenta de CRM em suas empresas?

Cláudio Henrique de Castro

Tenha uma estratégia antes de agir

Data
5 de Janeiro de 2012
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Gestão
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O mercado está cada vez mais concorrido, já que as empresas vêm investindo na qualificação dos profissionais, em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia para empregar os recursos em busca de melhores resultados. Além disso, por conta das oscilações econômicas que acabam por influenciar a realização de planos e cumprimento de metas, concluímos que o mundo dos negócios está instável. Por essas razões, torna-se imprescindível encontrar alternativas estratégicas para alcançar soluções satisfatórias e viáveis, que tragam resultados a curto, médio e longo prazo. Mas de que forma trabalhar para conseguir esses objetivos? Será que a busca por informações estratégicas e seu processamento de forma inteligente pode ser uma boa saída?

Uma ferramenta de gestão empresarial bastante utilizada é a Análise SWOT, que consiste no estudo do cenário externo e da realidade interna de uma organização. Esse tipo de medida é de fundamental importância para se iniciar um projeto importante e, principalmente, para criar ações estratégicas em momentos de incerteza, porque nos permite conhecer os fatores favoráveis e desfavoráveis que o mercado apresenta, além de situar a organização dentro do seu real contexto. É preciso tomar decisões com qualidade e colocar em prática as boas idéias, no entanto, tudo deve ser feito com cautela e com a estratégia adequada. Falo isso porque é muito comum encontrarmos casos de empresas com produtos e serviços inovadores, mas que acabam pecando nas estratégias de atuação frente ao mercado em que atuam.

O termo SWOT é uma sigla em inglês, que representa um acrônimo de Forças (Strenghts), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune sobre as 500 maiores corporações.

A Análise SWOT é um sistema simples que tem por objetivo verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A análise se divide em Ambiente Interno, composto pelos itens Forças e Fraquezas; e Externo, relacionado às Oportunidades e Ameaças. A parir dessa divisão é possível estabelecer aquilo que é de responsabilidade da empresa, e o que é uma antecipação do futuro, ou seja, o que se pode traçar a respeito de possibilidades positivas ou negativas do macro ambiente econômico.

Depois de fazer o levantamento de dados é chegada a hora de cruzar as informações, para que, dessa maneira, seja possível encontrar alternativas para a sua operação de negócios. Combinando fatores externos e internos você terá a chance de saber como suas forças podem servir como impulso para aproveitar as oportunidades já existentes no mercado, ou, ainda, saber como deve se reposicionar em relação às fraquezas para não sofrer as conseqüências das ameaças encontradas.

Há mais de três mil anos, Sun Tzu, considerado um dos maiores estrategistas militares de todos os tempos e autor do livro “A Arte da Guerra” já dizia: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças”.

Essa ferramenta pode ajudar você na avaliação de empresas,  projetos,  produtos, serviços e equipes. Para isso, faça as seguintes perguntas para cada item:

Pontos Fortes:
•    O que você, sua empresa e equipe fazem bem?
•    Que recursos especiais você possui e pode aproveitar?
•    Quais os seus diferenciais?
•    O que a concorrência,a equipe,os clientes e os fornecedores acham que você faz bem?

Pontos Fracos:
•    No que você precisa ficar atento?
•    O que precisa melhorar?
•    Onde deve se blindar?
•    Onde possui menos recursos que os demais?
•    Quais são suas fraquezas identificadas pelos outros?

Ameaças:
•    Que ameaças (leis, regulamentos, concorrentes) podem lhe prejudicar?
•    Qual o ponto forte do seu concorrente que pode ser uma ameaça para você?
•    Quais as estratégias e diferenciais dos seus concorrentes?

Oportunidades:
•    Quais são as oportunidades externas que você pode identificar?
•    O que seu cliente deseja e precisa que pode servir como oportunidade de negócio?
•    Como agregar valor ao seu produto e ao seu serviço?
•    Que tendências você pode aproveitar ao seu favor?

Após responder essas perguntas, crie planos de ações estratégicos e alcance melhores resultados.

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